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Acho que a sociedade moderna está engabiada na cultura de massa. O capitalismo tem o objectivo de ganhar dinheiro, sem muitos escrupolos. Por isso, para maximizar as entradas, é preciso que a gente seia quais são os <produtos> artigos comerciais que têm de serem comprados.
A publicidade dos artigos então fica onipresente, não deixa de acabar nunca e manifesta-se nas formas, mais diferentes, ficando-se quase em todos os aspectos da nossa vida.
A publicidade não falta <(
)> de utilizar espedientes mais ou menos subliminais, e por isso pôde acontecer, mais que uma vez, que alguém <tinha> tivesse entrado num centro comercial e <(
)> lá tivesse puxado para estímolos mais ou menos evidentes a comprar objectos.
Não há precisa, nestos casos, duma intenção, antes de chegar ao centro comercial, de aproveitar-se de enorme quantidade <(
)> dos prodotos que nos oferecem. A ideia do consumismo fica já lá para nos esperar.
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Eu chamo-me XXXXX, tenho vinte e <(
)> um anos e seu estudante de la faculdade des linguas de la Universidade Ca Foscari <(
)> de Veneza. A minha data de nascimento é <sei> 6/08/1987. Eu frequento <a> /o <primeio> terzeiro ano de/ licenciatura. A minha cidade é Brescia que está perto de Milan mas eu estudo e trabalho em Veneza. Eu estudo o ingles e a língua gestual italiana.
A minha familia não esta em Veneza mas em Brescia. Eu tenho um hermano qui tem vinte e oito anos e qui é casado. Ele é alt<r>o e muito magro e trabalha. A minha <ma> <manha> mai chama-se Francesca; ela é muito alta e magra, tem olhos castanhos e cabelos ruivos, ela trabalha como empregada de mesa. Ela mora com o meu cachorro qui é muito gordo mas muito intelligente.
<Es> eu seu alta e tenho os olhos /e os cabelos/ castanhos <e os cabelos cas> todos los dias eu fico <n>a universidade e a noite trabalho <nu> no cafe en Veneza.
Eu gosto de viajar e descuvir otras culturas. A minha cidade preferida é Londres porque <é muito> é enorme <e o ingles me gosta e tenho muito amig>
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Quando <chego> entro num centro comercial para comprar qualque <cosa> coisa eu saio sempre com uma coisa completamente diferente isto porque ou não sou completamente convencida de que é que eu acho comprar ou porque no centro comercial não veio nada que me gosta <(
)> tão de comprar-lo.
<muitas> as vezes eu gosto <(
)> qualque coisa como peças da roupa <ou> ou sapatos mais não tenho dinheiro para comprar-lhes e <eu fico a casa> chego a casa muito triste outras vezes num centro comercial não esta /as/ coisas que eu quero.
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Olá! Eu chamome XXXXX, tenho 20 anos e <vivo> moro <em> numa pequenha habitação <cerca> perto de Ferrara <junto a mis> tenho dois <(
)> irmas mais grandes <y> e um <(
)> irmão que se chama Auberto <e com ele>
Eu sou alta, magra, tenho olhos verdes e cabelhos pretos e <(
)> cortos.
Eu trabalho en <(
)> bares perto do <(
)> mar abitualmente durante a noite.
<mi> Eu gosto <andar para loc> ir para discos e locales com amigos, bailar e cantar.
Atualmente eu moro <em no cuarto mais> com /uma de/ minhas irmas durante a semana porque tenho que tomar el tren muito sedo.
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Sou uma rapariga italiana e tenho 21 anos. Moro perto de Veneza e estudo ahí. Sou bastante alta mas também bastante gorda, tenho os olhos azuis e o cabelo castanho. Muita gente diz-me que sou simpática e gosto muito de fer reir aos outros. Gosto também da minha família: tenho dois hirmãos e uma hirmã mair. O pai, a mãe e uma cadela muito linda. A nossa casa é enorme e té um grande jardim. Há muitos cuartos, tres casas de banho, uma boa sala e uma cozinha bastante pequena. Gosto de que temos muitas televisões: cuatro. Não velho muita televisão, mas gosto muitíssimo do cinema. A minha película favorita é: O Padrino. Gosto muito de ler e não só em italiano. Depois, escolto sempre música de todos tipos, particolarmente quando passeio pela<s> estrada. Não tenho desejos particulares: a verdade é que não sai que fer <em> na <mil> minha vida, mas sai que quero viajar e falar muitas línguas estrangeiras.
Gostaria muito de viajar em Portugal, sobre todo o Porto. Os pasteis de nata são a cosa melhor do mundo.
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O mundo precisa de nós y não das nossas palavras. A televisão e os jornais estão cheios de discursos y teorias sobre o reciclagem, a natureza, <a po> a despilfarro de energia e de recursos naturais
mas agora temos que fazer algumas coisas em concreto.
Há de pensar em um plano global para organizar a reciclagem como a actividade económica, que pode ofrecer posibilidades de trabalho para milhares de pessoas e ganáncias para o empresarios. Só assim podremos obtenir os benefícios /dos/ que o planeta precisa.
Podriamos actuar em duas maneras simultaneamente:
1) instrução: temos que enseñar as todos (crianças, adultos, pessoas mayores) as modalidades da reciclagem.
2) Acção políticas. Os governantes têm que financiar as empresas que querem organizar o reciclagem e as que querem reduzir de qualquer maneira a polução. Igualmente, temos de <imple> impulsar os cursos de ciências ambientáis e de economia de reciclagem;
A coisa mais importante é convencer as pessoas do que a polução é um problema real e do que o reciclagem já não pode ser uma boa ideia: tem que ser uma acção habitual.
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Olá. Eu sou uma estudante de chino e japonês na Universidade de Veneza. Eu estudo português também. Tenho 22 anos, <eu> sou magra e tenho o cabelo preto.
Os meus olhos são pretos e uso óculos.
<Tenho> Na minha família há o meu pá, a minha mãe e o meu hirmá.
O meu pá é cozinheiro. O meu hirmá é estudante. Ele quer ser dentista.
Eu gosto trabalhar e presentemente trabalho num bar dum cinema. o meu namorado também trabalha ali.
Eu gosto também estudar culturas diferentes como filosofia chinia e japonesa.
Seguí também um curso de religiões indianas. Eu gosto muito comer qualquer coisa especialmente cozinha estrangeira. Queria aprender a cozinhar alguns platos de Sri Lanka ou de China.
Não gosto fazer deporte. Acho que não é uma boa coisa isto mas o meu desejo é de seguir comendo muito sem engordar muito.
Outro desejo meu é de ter um animal <um> um cãe grande como Scooby Doo!
Eu gosto também viajar mas visitei só o Méssico, a Dinamarca, Inglaterra e Frância.
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<3U. Quando entro num centro comercial é uma tragédia. Queiro comprar tudo!
Especialmente qu quando entro numa pergumaria>
A comida é uma das coisas mais importantes e, para mim, mais bonitas do mundo.
/Além disso/, eu como muito.
Gosto a pasta italiana, a pizza, o pão, a carne mas as hortagens não gosto muito.
Na minha família comem um pouco de tudo.
Mas eu como só muita pasta, pão, carne, e tomo leite, coca, <the> ice-tea e também comida messicana, chinesa, indiana porque a minha mãe é messicana e porque o meu pai é cozinheiro e trabalhou fora do seu país, Italia, ou seja, em França, Espanha, Singapur, Nova Zelanda, ou África áraba
Por isso podemos comer comidas internacionáis.
/Mas/ o meu irmá come pouco, ele é tão magrinho!
Temo que poda tornar-se anoréxico
É o único da família que não aprecia a comida e que come de maneira muito nervosa.
Seguramente eu e o meu pai comemos mais dos outros da família e o meu namorado também come muitíssimo! <Sou> Sinto-me que tenho sorte porque <eu e> nós saímos cedo ao restaurante para comer coisas saborosas e cheias de calorias! Não temos problemas de pensar na linha/silhouette, não é tão importante até que não chegamos ser obesos.
Repito que a comida é muito importante, é uma maneira de viver felizes se gosta muito disso.
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Eu chamo-me XXXXX, tenho 21 anos e sou italiana. Eu moro <na> numa pequena cidade perto de Veneza. Agora estou a estudar línguas extrangeiras na Universidade de Veneza, estudo inglês, espanhol e português como terceira língua. Eu sou uma rapariga simpática e alegre, e gosto de estudar e de sair <com> con os meus amigos. Não sou muito alta e também não sou muito magra, mais acho que sou bastante bonita. Tenho o cabelo castanho e comprido e os meus olhos são verdes.
Eu moro numa casa muito grande que fica no meio do campo, e vivo con os meus pais e o meu irmão. O meu pãe chama-se Lúcio e tem 48 anos e a minha mãe chama-se Tullia e tem 47 anos. Hoje é o dia de o seu cumpleanos.
O meu irmão é mais pequeno do que eu e chama-se Alessandro. Ele tem 15 anos.
A minha casa é muito bonita, tem dois andares e muitas assoalhadas. <a> O meu quarto é no andar superior. Eu sou um pouco desarrumada pourque tenho muita roupa e coisas no meu quarto, e não sei onde por-las!
No frente da minha casa há um jardim muito bonito <e há um grande> com muitas flores e arbores. <Eu gosto> No meu tempo libré gosto de leer, ouvir música <y> e fazer desporto.
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Já me aconteceu, durante a minha vida, ir a um centro comercial para comprar algo mais em fim saia com coisas completamente diferentes do que eu intencionaba comprar.
Eu acho que isto nos acontece porque quando estamos na nossa casa sabemos bem o<u> que <necesitamos> /precisamos/, o que nos falta e <o> fazemos uma lista para lembrar-<se>nos o que temos de comprar.
Mais, ao fim, vamos ao supermercado, entramos /e/ <y> encontramo-nos con muitas coisas, diferentes produtos ao nosso redor e começamos a esquecer o que temos de comprar.
Eu acho que os supermercados são feitos para que as pessoas comprem mais do que realmente <necesitam> precisam, <e põem> as coisas são ordenadas e postas para que as pessoas comprem mais.
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Uma pessoa que admiro e que quero muito é sim duvidas a minha amiga Sílvia. Ela <era> tem 21 anos e mora em Maranno, uma pequena cidade perto de Veneza. Ela era a minha perceira na escola e agora estuda na faculdade de Ciências Politicas de Padua. A Sílvia tem os cabelos louros e curtos como um rapaz, e os olhos são muito raros: são castanho-amarelos. Ela mora cum o seus pais e um cadela. A cadela chama-se Susy, mais <ela chama> Sílvia diz que é como a sua irmã, porque la quer muito.
A Sílvia gosta muito de desporto, ela joga a todo, do <fut> basket, à <corsa> atletica.
Ela travalha como empregada de mesa num restaurante, mais era babysitter há um ano, no fim-de-semanas.
A <a paissão> paixão da Sílvia é fazer sub cum o seu enamorado Alberto <e>
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O filme que viu ontem chama-se Notte prima degli esami e é a historia dum rapaz, os dias antes dos exames finais da escola secundaria. Ele, no último dia de escola, foi para o seu pior professor e disse-lhe todo o mau que achava dele, mas não sabia que era o professor do exame! Então ficou muito preocupado e nos dias siguentes conhoçeu uma rapariga muito bonita, que só no final se sabrá que é a filha do professor. Um dia alguém robou o carro do professor e Luca, o rapaz, ofreceu-lhe a sua ajuda para voltar a casa. Desde aqui creou-se uma amisad entre os dois e a noite antes do exame o professor disse<-lh> a Luca que le fora a preguntar do poeta Giacomo Leopardi no exame oral.
Ao exame o professor <preguntou> fiz a sua pergunta ao Luca, mas ele preguntou-lhe do Giosvé Carducci. O Luca parecia em crisis, mas, depois de dois segundos, disse tudo sobre esto autor, <como> de maneira perfeita. O Luca disse que havia estudado todo, menos o Leopardi, porque sabia que nunca /se/ pode confiar nos professores!
Eu escolhou isto filme porque é o ultimo que viu e que me lembrava, mas também gostou muito deste.
O filme fala das todas as preocupações <ant> dos estudantes antes dos examens, os momentos de medo, de ajuda, os momentos felizes com os amigos, <a ans> a paixão e o futuro depois dos examens.
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Eu chamo-me XXXXX e sou estudante de português, ingles e alemão na Universidade de Linguas em Veneza. Eu moro em Mestre, perto de Veneza, com o meu pãe e a minha mãe. Eu tenho vinte e tres anos. Tenho as olhos castanhos e os cabelos pretos. Eu sou alto e não sou gordo. <Eu moro> Eu gosto de musica, dos livros e de viajar. Eu toco a vida e <de> jogo a basket.
Desejaria muito de viajar por muito anos e falar com muitas pessões. Eu detesto a politica italiana. Eu não tenho irmaos. Eu leio muito porque eu gosto de leer.
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Uma cidade que gostaria de visitar é New York City, a capital de USA. Eu vi muitos filmes sobre esta cidade como o Padrinho, Táxi Driver, Mean Streets. New York é uma cidade que <tem> ofrece cosas de fazer, possivilidade de trabalhar e conhecer muitas pessoas de outras nacionalidades. O único problema seria o barulho todos os dias.
Uma outra cidade que queria ver é Sevilla, uma cidade espanhola que eu já visitei. Eu gosto muito de Espanha e sobretudo a Andalusía. Eu acho que Andalusia é a parte mais pitoresca e tradicionál da Espanha. Eu gostaria de visitar muitas outras cidades em todo o mondo: Berlim, Istambul, Paris, Buenos Aires <mas> e cidades do meu pais: Italia um pais onde moro mas que não visitei a suficiencia.
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Eu chamo-me XXXXX e moro em Veneza. Sou estudante de linguas e literaturas em la universidade Ca Foscari e estudo Inglês, Espanhol e Português. Tenho vinte e um anos. <eu> Tenho los olhos <(
)> castanos e os cabelos também castanos <(
)> e curtos. Eu sou alto e magro.
Mis pais moram em Bellumo, uma cidade que fica em Veneto como a Veneza.
Eu gosto tocar a viola e <(
)> jogar o basket. Desejo muito viajar <(
)>, ver <(...)> e falar com muita gente. Eu leio muito porque eu gosto de leer.
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Into the Wild é um filme muito bonito mas também muito triste, dirigido por Sean Penn. O <I> filme antes era um romance best-seller escribido nos anos 90.
O protagonista da história é o Cristopher <McCimbell> McCondless (Emile Hirsch no filme), um jovem que decide viajar para /os/ Estados Unidos até chegar à Alaska porque não gosta da sociedade consumista e falsa típica dos Estados Unidos, e não gosta também da sua familia.
Depois de algumas situações difíciles, as vezes muito difíciles, chega em Alaska donde comença viver longe das cidades e das pessoas para encontrar um sentido na sua vida.
Ele gosta muito de leer e tem alguns livros com sí.
Ao final, more porque não encontra nada que comer. Gosto muito deste <(
)> filme porque da-me uma ideia <idea> de libertade.
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Eu sou a Laura e estudo línguas estrangeiras em a Universidade em Veneza. Eu sou de Vicenza mas tenho uma pequena casa em Veneza, onde vivo com um amigo. Gosto-me muito as línguas: estudo inglês, espanhol e intento estudar português. Em Vicenza vivo com a minha mae e o minho pai mas não tenho hirmais; temos uma casa enorme, onde vivo só dos fins de semana porque os <semanas> dias da semana estou em Veneza.
A minha vida gosta-me: a faculdade gosta-me (o português também), os minhos amigos são óptimos e tenho uma relação com uma pessoa especial de 3 anhos e meio.
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Eu chamo-me XXXXX e sou italiana. Eu tenho vinte e seite anos e estudo antropologia cultura a la universidade de Veneza Ca Foscari. Eu gosto de aprender portugues porque eu vou estudar o Brasil.
Eu sou alta e magra, tenho os ojos azuis como meu pai e minha mae. Minha familia abita em Thiene (Vicenza) e eu vou no fim-de-semana à encontrarse. Meu irmão chama-se Andrea. Ele é maior de mi, <(
)> <tenho> tens trenta e dois anos. Ele gosta de surf em todo mundo.
Eu gosto de dançar differentes tipos de música e eu tenho cursos de samba brasileira.
Em Veneza eu abito com dois filhas de Verona e Rovigo e um filho. Eles sâo jovens e /musicos/ <musicistas>, são muito divertentes!
Nos temos uma pequena gata que chama-se Lulú. Ela é branca e preta, com ojos verdes. Ela é muito dulce, mais <aggr> agressivas támbem. Ela gosta de jovar com minha mâo e pés. Amanhã eu vou festegiar uma filha brasileira que estuda aqui em CaFoscari, eu espero de falar portugues com muitas pessoas, só eu pode aprender.
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Em todo o mundo as autoridades enfrentam o problema de alimentação
No sul do mundo há centenas de milhões de pessoas que passam fome, até os meninos são obrigados a trabalhar, para comer. Ao contrário, no Norte do mundo a gente gasta <(
)> mais dinheiro para emagrecer do que para comer.
No cenário da crise económica global, o problema alimentar e a diferença entre os paises pobres e os paises ricos vai a piorar.
Nos paises ricos as gente come muito e mal, a indústria alimentar e a publicidade favorecem o consumo de carne e da comida com muito açúcar que engorda e não é saudável. Por exemplo, no Estados Unidos uma das causas de obesidade é a comida dos fast-food; e em México bebem mais coca-cola do que leite.
No paises industrializados há também trastornos alimentares, como anorexia e bulimia nervosa.
A indústria cosmética e a publicidade favorecem a difusão de um padrão estético femenino inatingível para a maioria das mulheres.
A moda, através o meios de comunicação, como revistas, televisão e cinema, impõe uma imagem de mulher irreal, o seja uma mulher magríssima. Por isso há muitas adolescentes e mulheres insatisfeitas com os seus corpos e querem emagrecer; às vezes este desejo pode ser <(
)> a primeira causa de ansedade e graves trastornos alimentares.
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A capital que mais gostou de visitar é Porto. Fui alí no febreiro com minho enamorado <os país> /em Porto/ no Febreiro <não é pão> no <havia> ha muito pessoas.
Ele è um país pequeno mais muito agradeable onde se podem comer com pouco dinheiro e beber <a> o fantástico <por> vinho porto na caves do país
Ese país è <muito> tão tranquilo que se podem passear na cidade sens problemas.
As pessoas são <(
)> muito <diferentes o pessoas com pouco dineiro e pessoas> atachado á suas culturas popolar.
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A cidade dos meus sonhos e que visitei no mes de avril é Nova Iorque.
Nova Iorque é uma cidade muito grande e para visitar-a é preciso apanhar um taxi ou os meios de transporte, si não queres cansar os pes. É uma cidade que tem tudo o que uma pessoa quer: cinemas, restaurantes, museus, lojas (na quinta avenue a vista é maravilhosa!) e si queres descansar um pouco há um lindíssimo porque o que é Central Park (chanado assim porque fica no centro da cidade, o melhor, da ilha de Manhattam)
Esteve na cidade só quatro dias, mas me enamorei desde o primeiro momento dela. Visitei todos os lugares maís famosos: Ground Zero, o bairro de Harlm, a ilha onde está a Statua da Libertade, Times Square, Central Park e o meu lugar preferido fue Times Square para a vida que têm também à noite, as lojas e os bares que não fecham mais, a gente
Nova Iorque gostou-me muitísimo e tenho a esperança de volver outra vez.
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Durante estes últimos anos o ambiente está a morrer. As cidades cheias de poluição, rios onde os peixes morrem em vez de nadar. Forestas cortadas para tornar-se em campos cultivos. Os mares são também cheios de poluição e não se pode tomar banho por causa dos escombros descarregados pelas cidades.
Então rezamos reciclar todo tipo de lixo, como plástico, vidro, papel e todo tipo de objectos perigosos para o ambiente.
Reciclar papel quer dizer que as forestas do mundo continuam com vida sem ficar cortadas porque as forestas são o pulmão da nossa humanidade.
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Neste momento eu entro num centro comercial para comprar uma coisa. <Eu> É preciso que eu compro uma camisola para a minha mãe porquê hoje é o seu aniversário. Quando eu entro no centro comercial de Lisboa eu vi uma loja. É uma loja de livros. Eu entro na loja. Os empregados oferecem-me o livro do escritore da semana. O livro é um romance e apparece muito interessate. Á fim eu compro o livro e não me lembro da camisola para a minha mãe. eu não sei porquê mas esta coisa acontece todas as vezes. Eu entro <no> num centro comercial o numa loja e não compro o que é <necesse> nécessario. <Eu não sei porquê> Talvez é porquê para mim não é nécessario o que é realmente nécessario, o que é realmente nécessario não apparece tão nécessario como o que é inutil. Esta vez eu comprei um livro que é a coisa mais útil que eu podia comprar. Eu posso dar <a> o livro á minha mão para o anivérsario, eu comprero a camisola no proximo ano.
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A cidade que mais gostei de visitar não existe, porque eu gosto ou gostei de todos os lugares que visitei ou vou visitar num futuro.
O meu sonho é visitar mais lugares possiveis em todos as partes do mundo.
Não gosto só de visitar cidades, mas gosto também de visitar sítios onde ficam poucas pessoas e há muita natureza.
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Eu gosto muito da comida italiana toda. e sobretudo da comida siciliana e do seus pratos típicos que levam piripiri.
Provavelmente porquê a origem da comida dessa ilha é áraba. Gosto também dessa comida, por esemplo da falafel. Não gosto nada da comida japonesa porquê é composta de algas e pês cru e tampoco da comida cinês porque leva muito aceite frito. O ano passado uma /minha/ amiga de Lisboa fiz-me provar um tipo de Bacalhão muito bom com batatas mais não lembro como é que se chama. Também provei um tipo de pasta com batatas e verduras durante o parabéns duma outra amiga /brasileira/. Gostei muito também disso. Em fim gosto da comida em geral <o e todos> e isso podem vê-lo todos
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/Um dia/ veu fui num centro comercial com /uma/ minha amiga para comprar roupa<s> para ir a uma festa. Nós queríamos comprar roupas lindas e elegantes como camisetas lindas e saias. Quando <éramos> /estavamos/ no centro comercial encontríamos outras amigas /as/ que queríam comprar coisas para festa. Nós conversíamos sobre a festa e <as coisas> /<a> roupa/, as que nós víamos nas <vetrinas> /lojas/, mas não éram lindas.
Depois nós vimos uma outra <vetrina> /loja/, <naquela> /onde/ <éram coisas> /<estavam roupaco>/ /estava <roupa> coisa/ muito<s> lindas, mas não eram <coisas do abiliamento> /roupa/ e nós compríamos ess<e>/a/ <coisas> /roupa<coisa>/ <coisas> porquê não vimos outra<s> <coisas> roupa mais lindas.
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Para mim a capital dos meus sonhos seria Nova Iorque. Eu gostaria de visitar essa cidade porque acho que é muito grande, bonita e sobretodo há muitas nacionaldades diferentes. Acho que é uma cidade muito movimentada mas tem uma desventagem porque há muito transito a todas horas e portante não é favorável comprar um carro. Acho que sendo uma cidade multiétnica pode conhecer pessoas de muitas partes do mundo. Há restaurantes de todas as comidas e culturas e para o divertimento pode conseguir muitos cinemas o parques. La há muitas lojas e centros comerciais.
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No ano passado, no verão, foi a um concerto de música Rock <que me gostei muito a e> em Veneza. <Foi> Era o Heineken Jammin Festival, o festival Rock mais famoso de Itália. Gostei muito dessa esperiencia porque foi ali três dias e dormi no parque onde foi este espectaculo com algumas amigas. a todas as horas do dia havia concertos dos <(
)> cantantes que mais gosto de ouvir e muitíssimo gente que dançava, cantava e se divertia. Foi uma oportunidade para conhecer pessoas que depois foram também meus amigos e para encontrar e estar com pessoas que já conhecia. A última noite cantaram os Police e havia uma atmosfera incredível. Acho que os concertos são a melhor coisa para divertir-se em companhia.
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O minho filme preferido é A reinha dos <damna> danados. Neste filme o vampiro Lestat que tinha dormido para muito tempo, levanta-se em nossos tempos. Encontra um grupo de jovens que queríam ser conhesidos pelo mundo com a<s> sua<s> música. Ele declara a sua naturaleza de ser immortal e gosta def ser matado pelos outros vampiros que não <queren> ser conhesidos pelas pessoas do mundo. Há em Londres numa universidade onde estudiosos estudam fenómenos paranormales, mais não podem intentar <conhecer> encontrar os vampiros. Uma estudiosa encontra o Lestat e se transforma em vampira só no final.
A reinha é a mãe de todos os vampiros e Lestat bebiu o seu sangue, turnando-se com muita <forte> força. Quando Lestat faze o seu primeiro concerto alguns vampiros intentam matar-<lh> Lestat mais a reinha chega.
Os duos vampiros podem vivir ao sol porque a reinha tem poderes mágicos, mais no final ela muere porque os pais da estudiosa (que são vampiros) matan a reina. Ao final Lestat queda enamorado da estudosa que mudó em vampira para vivir com ele.
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O problema principal não <è> é comprar uma e outra coisa mas ir ao centro comercial para comprar uma coisa e sair com mil!
De facto quando uma pessoa entra num centro comercial não sempre sabe o que é o que quere comprar ou pelo contrario iria na loja espesifica. Muitas vezes escolher <ir> <n>um lugar de essa tipologia indica que a pessoa não sabe muito bem o que está <busc> a buscar, mas que quere ter a posivilidade de ver muitas coisas e, a lo melhor, escolher algumas delas ao final. A vezes pode pasar /também/ que não compre nada!
A verdade é que não seram as coisas que comprará em qualquer lugar que faram ficar a pessoa, é por isso que a vezes saem com algo completamente diferente
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Eu tinha frequentado o ginásio para mais o menos 10 anos. Tinha praticado muitos desportos: voleibol, futebol, kick-boxing
Desportos um poquedinho masculinos mais praticados para muitas raparigas!! Eu acho que nos últimos anos os ginásios foram muito frequentados porque hoje-em-dia é muito importante o aspecto exterior delas pessoas. As giovens gostam muito de seguir a moda!! Os desportos são úteis assim para divertir-se: a oferta é muito varia: há desportos mais comuns como basquetbol, voleibol, hoquei, futebol
mais assim desportos mais nóvos e alternátivos como bongee-jumping, fit-boxe, exct
Há desportos por todas as preferências! No fim, o desporto é uma maneira para destrair-se, <te> olhar para a própria saúde e assim por divertir-se!
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A comida é também a cultura do pais por isso, muitas veces nos gostamos de a nossa propia comida, talvez porque estamos acostumados. Mas é verdade que nu sur de Europa a calidade é boa, talvez porque o clima <perm a> quente /da/ a posibilidade de ter varios tipos de comida, isto <em> não <é> possível mais ao norte, onde o frio não permite isto. Além disso, é muito saudável porque, por <eje> exemplo, <o> jantar pesçozo, fruta, verdura /que são típicos do sur de Europa/ significa que o corpo e a mente estão bem. Então a calidade óptima e <comida saudável> o aspecto saudável da comida <da> são dois coisas que não todos têm.
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No ano passado eu assisti um concerto de Luciano Ligtabue. Ele é um cantor italiano e eu gosto muito dele o concerto era na arena de Verona, na minha cidade.
O concerto foi óptimo porque a arena estava cheia de gente cantando e pulando e o palco estava tudo iluminado de luzes e jogos de cores. O cantor tocou e cantou muito bem e tocou algumas canções junto com a orquestra da arena: o efeito do violão eletrico e da orquestra juntados era estranho mas bem feito.
Adorei o concerto também porque estava com meus amigos e porque Ligtabue cantou todas minhas canções preferidas. Tanto que esse ano também vou assistir de novo!
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Um dos últimos filmes que vi e que mais gostei foi The Milionaire. É a história dum jovem indiano, que através dum jogo transmitido pela televisão, torna-se milionário. O jogo consiste em <no> responder a <uma> algumas perguntas e a cada resposta correcta ganha-se uma quantidade de dinheiro. Este jovem indiano, Jamal, da periferia de Bombay, que viviu pelas ruas da cidade, roubando, consegue tornar-se ganhador.
O que gostei do filme, além de como foi construído, é sobretudo a temática, é dizer, <afronta> fala-se da realidade difícil da Índia, respeito às pessoas pobres (que são a maioria), mas duma maneira não pesada. De facto, a realidade difícil, que se vê ao longo da história, parece quase envolvida por uma atmosfera fabulosa<s> e isso, provavelmente depende das cores que caracterizam a paisagem, pois há uma prevalência de vermelho, amarelo, cor-de-laranja, e logo das músicas típicas da Índia.
A história desenvolve-se em torno a cada resposta que dá Jamal, que sabe<m> porque ligadas a acontecimentos fundamentais e importantes da sua vida. Dessa maneira, voltamos a percorrer a vida de Jamal, uma vida caracterizada por factos tristes, como a morte da mãe, a búsqueda de comida <a> através do roubo, mas, ao mesmo tempo, por factos felizes, como a relação com o seu irmão, o amor por Satim, que o acompanhou por toda a vida.
Portanto, é um filme que leva a <refec> reflectir sobre temáticas reais complexas e dificis, mas também que mostra os sentimentos do amor e do afecto pelo irmão, mas sobretudo é um filme sobre os sonhos que cada um tem.
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A invenção de tecnologias, como aquelas do âmbito da comunicação, mudou profundamente a nossa sociedade até ao ponto de criar novas necessidades, que na maioria dos casos <a> se <revelou> revelam fitícias. No caso específico do telemóvel, é patente que a sua divulgação ofereceu uma longa lista de vantagens, mas é verdade que frequentemente as pessoas quase abusou da utilização deste objecto. É claro que possuir um telemóvel num caso de grave emergência pode revelar-se de vital importância, como por exemplo em caso de incidentes com feridos. Além disso, como o telemóvel é um meio de comunicação, é útil para manter os contactos com amigos, parentes e colegas. Afinal, <no meu caso> na minha experiência pessoal, o telemóvel é um objecto utilíssimo para avisar os meus amigos que estou atrasada e confesso que isto acontece muito frequentemente.
É preciso acrescentar que, <p> com a divulgação deste aparelho, não temos de ir buscar um telefone público se precisarmos.
Infelizmente há também aspectos negativos: o telemóvel às vezes torna os seus utilizadores estressados porque se sentem demasiado contactáveis, mesmo nas situações nas quais prefeririam manter a própria esfera pessoal mais privada<s>. Além disso, alguns linguistas notaram um progressivo empobrecimento da língua devido ao hábito de escrever <m> SMS, que como explica o nome mesmo, são mensagens breves onde normalmente se utiliza uma língua demasiado <semplificada> simplificada e cheia de acurtizações. Há pessoas que acham que o telemóvel é fundamental e em parte concordo, mas não gosto do exagero sobretudo típico das gerações mais jovens.
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Eu gosto muito de fazer compras e quase cada semana vou <num> a um centro comercial para comprar alguma coisa. Cada vez é sempre é mesma história, porque entro para comprar uma coisa e saio com coisas completamente diferentes: só quando <chego> estou no caminho para casa lembro-me da coisa que não tinha comprado.
Acho que este é um fenomeno muito comum e que acontece a muitas pessoas e, na minha opinião, a razão principal é que <estamos> as lojas e os centros comerciais estão cheios de publicidade e de anúncios <pul> publicitários que nos confunde. As montras estão cheias de <modelos> coisas coloradas, maniquinos com <ves> <modelos> <vestiomos> /vestidos/ bonitos que têm o objectivo de atrair a nossa atenção e /de/ levar-nos comprar coisas que frequentemente são inutéis para nós. Acho que tudo o que tem a que fazer com o marketing seja um campo especialmente baseado <no> em levar o consumidos a comprar coisas do que ele<s> não necesita. Em muitos lojas, por exemplo, a disposição dos vestidos não é feita casualmente: há pessoas que de facto estudam estratégias miradas a induzir o consumidor a comprar outras coisas do que ele estava a procurar a também a comprar coisas a mais. No momento <(
)> em que nós entramos numa loja estamos bombardeados por cores, e coisas que atiram a nossa atenção e se não estamos focalizados nas coisas que verdadeiramente estámos a procurar vamos sair da loja com produtos muito mais diferentes!
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Eu não gosto de ler o meu horóscopo, porque acho que é uma coisa banal, superficial e muitas vezes errada. Há muitissímas pessoas que de manhã lêem nos jornais os próprios horóscopos e que se turnam alegres ou tristes em base ao <que o> horóscopo. Estão verdadeiramente convencidas que os signos zodiacais sejam uma ciência exacta, e que todos os estudos que se fazem sobre eles podem ser uma qualquer base de verdade e, que podem também afectar a vida quotidiana.
Na minha opinião ler o horóscopo pode simplesmente ser uma coisa <divertid> engrassada, mas não faz sentido lê-lo e pensar que possa ser verdadeiro.
Além disso acho que cada pessoa seja diferente <(
)> do outra e que não pode ser possivél que duas ou mais pessoas sejam iguais só porque <tem> têem em comum o signo zodiacal.
Muitas vezes há pessoas que me pergutam qual é o meu signo e que estão convencida que o meu carácter e o meu modo de ser <esteja> seja ligado ao meu signo. Sim, sim tu ês uma <(
)> pessoa que sonha muito, portanto <(
)> ês dos peixes; muitas vezes os meus amigos falam assim da minha personalidade, mas eu <não> acho que o meu caracter não tenha nada a que fazer com o dia e a hora nas quais nasci.
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Acho que os gostos pessoais <gen> sobre a comida não são um bom assunto de discussão mas, como tanto é normal exprimir as preferências pessoais sobre isso e aquilo, a comida torna-se um tema divertido porque é interessante <reparar> <conf> comparar um com os outros.
Pessoalmente, gosto imenso de comer e comer bem, até adoro cozinhar. Nos pratos que <pe> preparo para a minha família evito sempre a coisa que mais odeio: o queijo.
Isso não é um problema para eles: ninguém gosta desta comida na minha família mas a minha adversão <contra> obriga-me frequentemente alertar todos os meus amigos que, bem pelo contrário, gostam muito de queijo e o utilizam <nos> nos pratos que preparam. Só para brincar, tentaram muitas vezes de convencer-me do seu bom sabor mas desistiram. Infelizmente o problema apresenta-se quando estou de viagem no estrangeiro e não conheço a língua do lugar. Neste caso, indico a comida com o dedo sobre a ementa pedindo explicações. Até agora tudo correu bem, tive sorte! Acho engrassadas aquelas pessoas que normalmente costumam ir ao restaurante mas que têm gostos especiais e que portanto começam pedir uma comida sem isto e aquilo, reduzindo um bom prato rico a uma simples coisa.
Gosto muito de experimentar novas comidas, sobretudo no estrangeiro. Fora da Itália, onde moro, descubri coisas esquisitas de que sinto muito a falta quando regresso. Se é possível, peço a receita de maneira que eu possa propor novas comidas aos meus familiares e amigos.
Na minha casa pode-se comer <portug> à portuguesa ou à sueca também! Infelizmente reparei que os italianos são muito tradicionalistas e gostam de comer as mesmas coisas mesmo quando estão no estrangeiro, para depois voltar e afirmar: Ah, mas na Itália a comida é melhor! Acho isto muito triste, sobretudo porque é tão útil e bónito partilhar o que há de bom na própria terra com os outros, que passar a vida a comer sempre as mesmas coisa é uma pena.
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Com certeza não acho que preciso de todos os objectos que tenho, mas ainda mais, acho que na vida nem tudo tem que ser útil. Por isso eu amo sobretudo os objectos que na verdade não preciso, muito mais daqueles que eu <falta> <precisa>. /faço falta/:
Por exemplo se eu preciso de sair para comprar um dicionário, /ou seja um objecto útil/, é muito fácil que vou voltar para a casa com o último best seller e
sem dicionário! Por isso a minha casa está cheia de objectos que de facto não preciso, mas sem os quais, não posso imaginar a minha vida.
Por exemplo <verd> obviamente não preciso de chinelos amarelos, vermelhos, brancos, pratos mas, quando estou na viagem, sem todos os meus chinelos
sento muitas saudades deles. Então quem pode estabelecer o que é útil e o que não é verdadeiramente útil?
Acho que a vida é cheia de coisas útiles e inútiles. Acho que cada um de nós não precisa de todos os objectos que tem, mas como <sar> seria a vida sem a inutilidade? Acho muito aborrecida. E sobretudo acho que é muito importante não ter tudo e ter sempre algo que falta, assim por ter sempre algo que desejar.
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Imagine uma cidade jovem e viva, onde a música é tocada em todas as ruas e avenidas, onde as cores das flores são vivas em todas as estações do ano, onde a gente é increivelmente cordial e tem uma palavra para todos, onde há oportunidades e onde se respira progresso: esta é Dublin. Capital da Irlanda, é uma cidade extraordinária, <(
)> que numa atmôsfera que lega antigo e moderno, inclue grandes espaços abertos para todos os amantes da natureza. As ruas principais e mais turísticas, são cheias de lojas típicas mas também estrangeiras e é extremamente agradavel só <(
)> dar um passeio nestes lugares, ouvindo a típica música irlandesa tocada por jovens com os instrumentos típicos da tradição.
As igrejas antigas, no meio da cidade, escondidas atrás de elegantes e novos palácios, parecem antigas obras de arte cheias de história e os característicos PUB são um verdadeiro espectáculo: colorados ao exterior, no internos são muitos grandes nas escoras; nunca falta boa música tocada ao vivo e a cerveja típica irlandesa: a Guinness.
Comparada com outras capitais europeias, é verdade que Dublin não tem extraordinários monumentos históricos (embora tenha a mais expectacular universidade, o Trinity College, que contem uma das mais antigas bibliotecas com mais de 200 000 livros antigos e a única copia do primeiro Evangelho, o Book of Kells) mas tem uma vivacidade única, um grande caracter que, adicionado à extraordinária cordialidade dos irlandeses, a torna na capital dos meus sonhos.
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Na sociedade moderna, falar de uso exagerado do telemóvel é uma realidade porque, de facto, a utilização desse objecto transformou-se num vício ao longo dos anos. Para muitas pessoas, e sem distinção de sexo e edade, o <(
)> <(
)> telemóvel tornou-se num produto de primeira necessidade e, na maioria dos casos, só vemos quais são as vantagens: é inegável que se trata do mais utilizado meio de comunicação e que permite uma imediata conexão entre as pessoas, mas é também inegável a rapidez com a qual, esse uso se transforma num vício. A gente, depois de ter experimentado a extraordinária facilidade do seu utilizo, dificilmente decide regressar ao utilizo dos meios de comunicação usadas anteriormente, e isso provoca um uso mais frequente, especialmente nos casos em que um tipo de comunicação tão rápida e imediata não é realmente necessária.
Sobre tudo durante estes últimos an<n>os, o telemóvel difundiu-se em gran parte entre os jovens, normalmente pelo desejo das famílias de manter-se sempre em contacto com os filhos nas horas em que não estão em casa; isto poderia parecer, ao princípio, uma boa maneira de ter os filhos controlados mas, ao contrário, é uma maneira para dar uma grande liberdade de comunicação entre os jovens (neste caso mais do que chamadas falamos de SMS) que se torna frequentemente no uso exagerado do telemóvel mesmo, especialmente numa fascia de edade em que não se deveria ter essa grande exigência.
Mais em geral, o telemóvel é um extraordinário meio de comunicação mas é preciso sempre de se lembrar a facilidade com a qual se torna num vicio e fazer por isso muita atenção ao seu utilizo.
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Nos ultimos anos a sociedade global chegou a descobrir novas exigências e necessidades em diferentes campos da economia. Muitos desses novos desafios atingiram a agricultura e o problema da produção alimentar mundial a frente de um sempre maior numero de individuos habitantes de paises em desemvolvimento. A qualidade da alimentação sempre foi um dos tratos mais distintivos da produção e cultura alimentar européia. Em relação à produção massiva de cunho americano, a Europa sempre se distimguio pelo cuidado e as normativas específicas na distribuição de fertilizantes e produtos químicos utilizados pelos agricultores, oferecendo uma variedade de produtos certificados (DOP, DOC, DOCG) orgulho de uma sociedade projetada para uma nova alvorada cultural. Nesse panorama de regras, sobresai a cultura do biologico, baseada sobre uma cultivação de produtos da terra sem sofisticações químicas, na procura do respeito dos ritmos naturais dos ciclos de produção. Muitos agricultores chegaram também a rejeitar o uso de máquinas agriculas, voltando, como no caso de Cuba, ao uso de animais como cavalos, bois ou bufalos, no lugar dos tratores. O resultado final faz adquirir um maior valor a qualidade dos produtos aumentando as específicas dos valores nutricionaes, que crescendo sem acelerantes mantêem uma qualidade melhor. O custo, em relação a producão massiva da agricultura OGM, é sem duvida maior pelo tempo requerido, mas o nível da qualidade chega a se revelar bem melhor. A perspectiva das multinacionais que propagandam as sementes OGM é economicamente melhor para um mercado global que necessita cada dia mais de balanços positivos; mas a nossa saúde é verdadeiramente menos importante das regras do mercado global?
Pessoalmente comvidaria quem mira somente a objectivos econômicos a refletir sobre essa pergunta.
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